Fogo amigo
Eleitorado evangélico pode se tornar mais arredio ainda aos apelos do presidente Lula depois do desfile.
Eleitorado evangélico pode se tornar mais arredio ainda aos apelos do presidente Lula depois do desfile.
Se esse enredo não é exemplo de propaganda eleitoral fora do prazo, muito difícil definir o que seja.
Porque Toffoli chamou a si e colocou o máximo de sigilo em todo o processo do Master? Porque queria esconder suas relações com Vorcaro.
A prioridade do STF não pode ser agradar o ministro e ter compaixão por ele. Parece que a decisão de tirá-lo do processo foi mais para abafar o caso do que para aprofundar a investigação.
Lula deveria ter recusado a homenagem da Acadêmicos de Niterói, mas, ao contrário, procurando se aproveitar dela
Lula mantém negociações políticas com partidos do Centrão, e Flávio não se distancia dos radicais bolsonaristas.
A combinação era que o candidato desse consórcio partidário seria Tarcisio de Freitas, mas a escolha de Flavio inviabilizou o plano de união já no primeiro turno
Os ministros do STF dão valor à posição a que chegaram de maneira equivocada, não parecem ter a visão holística da importância de seus cargos para o futuro do país
O presidente do STF, ministro Edson Fachin, abriu o ano judiciário com um discurso sereno e firme, sem jactâncias nem dramaticidade
O ministro Fachin aproveitou o discurso de ontem para se recolocar em vários pontos importantes, como da imprensa livre.
As crises do mensalão, e depois do petrolão, levaram ao caos partidário em que vivemos hoje.
O governo tenta impedir que se faça uma CPI sobre o Master, que virará tema eleitoral, queiram ou não os governistas.
A sociedade não está aqui para proteger parentes de ministros; ela quer ministros que sejam inatacáveis.
Na volta do Congresso vamos ter muitas razões para debates de impeachment de ministros, porque, se o processo continuar no STF, vai gerar novos problemas e as revelações seguirão.
Temos certa tradição de ferir o que o ex-presidente José Sarney chamava de “liturgia do cargo” com palavras que não deveriam estar na boca dos presidentes.